
Pato careca pinto o amor de verde acinzentado sobre o modem de um vélho teclado arranhado.

Pato careca pinto o amor de verde acinzentado sobre o modem de um vélho teclado arranhado.
inferno é quente,coração é carente,amor estridente,o choro indigente…
Pesso desculpas antes do inicio da carta pois já passou do tempo em que eu era um jovem escritor, Rebelde de nascencia, sem condições para muito mais alem da vida, sem regras gramaticais, sem sensações sinceras, o verbo não precisava casar, o amor era conjulgado no passado, presente e futuro, no mesmo texto em diferentes partes, o pretérito é o que já passou, mas agora, fui eu quem ficou.
Não sei mais se ainda sei escrever, se sei me expressar, mas dizem que um pássaro nunca esquece como é cantar.
Mas me diga, com palavras, olhares ou abraços, me sussurre ou grite, o que sente por mim.
Me responda, quando foi que você invadiu minha mente? noite a noite, já não sei se eu realmente não estou agindo como um doente.
E em meio a pessoas que correm na cidade, camponeses do asfalto, nunca ligam para o céu, nem pra arvores, as borboletas são invisiveis, os cachorros os observam passar, eles só queriam atenção e não temos tempo pra eles, mesmo em meio a tantas pessoas ainda existe uma ou duas que valham a pena, mas eu não sei contar, felizmente os dois podem muito bem ser dois mil ! ou todos, números só fazem sentido quando se tem que quantificar algo, quando for algo sem valor real, eles são apenas pessimistas.
Mas a questão é, com tantas pessoas que passam na minha vida sem eu notar em primeira instancia, quantas pessoas me dão oi, e quantas me dão boa noite, quantos ainda vão vir, e quantas nunca mais vão existir, mesmo entre tantos, alguém, em um momento especial, tem valor superior a todos, a todas, a qualquer ser, valor equivalente a uma respiração, em um tempo superior a uma fração, me diga, o que é mais belo que o seu olhar nesse momento? me diga, por que lembrar de ti antes de dormir ?
Boa noite vou ser feliz contigo
e o mundo da voltas, novamente fico relutante, quantas voltas o ponteiro do relógio já deu, desde que o calendario voltou pra janeiro?
Quantas segundas feiras, sextas, e domingos com o teatro ?
Quantas quinze horas, já passaram, e quantas vezes vi o relógio marcar vinte e duas e vinte dois.
Quantas vezes o sol ficou sobre a minha cabeça, e a lua no horizonte ?
o mundo da voltas, mas não volta atrás.
E as pessoas querem muito que volte, querem tanto que o relógio é um circulo
Janeiro vem todo ano.
Sempre usam os antigos acontecimentos como forma de comparação, e recordação.
os olhos fecham toda noite e abrem toda manhã.
e voltamos a nos questionar
o que sonhamos? pra onde vamos, o que sentimos?
de volta sabe por que? por que o mundo da volta
“Enfim, estou onde tudo é frio e poluição. Onde os sonhos não são proclamados, nem os medos. E me pergunto com certa constância o que pensam esses seres que não vêem as estrelas do céu devido à poluição mas sabem das artes da música, dos palcos, das telas, da forma no gesso e das cores das aquarelas. Artes soltas pelas ruas, pelos centros, pelos becos, pelos guetos,ao alcance dos olhos de todos! ” Maíra viana
Mas eu te digo, que a arte foge, hoje cassada, foragida do mundo, as pessoas esqueceram do céu, esqueceram das cores e esqueceram do outro, e eu fiquei pra trás, ou achei ter ficado, no escuro senti alguém segurar minha mão, e o calor voltou a correr pelo meu corpo, mesmo na poluição, eu aprendi que não deveria deixar de olhar para o céu, mesmo sozinho, eu aprendi a não deixar de procurar, mesmo eu, aprendi a não esquecer do você.
E foi mais ou menos assim, um aperto de mão indicando a direção que a plataforma surgiu para mim,a estabilidade e o conforto, como se o terremoto estivesse diminuído e agora eu conseguisse enxergar de novo, e foi assim, que indicaram me o caminho a seguir, de mãos dadas vamos indo, vamos seguindo pela arte, pelo outro, por nós, pelo futuro.
ou mais ou menos isso
Segure minha mão, não sei qual caminho seguir
A gente para pensa respira fundo mas nem sempre sabe qual o próximo passo a seguir.
aí nós ficam calados nos silenciamos, para quem mais precisa de uma voz.
E nesses momentos a gente olha ao redor tentando entender qual caminho seguir, não vemos, não ouvimos, não existe imagem ou ruído algum.
ai a realidade cai em uma coisa simples, o certo, o correto, o de sempre.
Mas não nascemos para isso também sou diferente
E a gente ve as pessoas nesse grande centro
E a gente ve todo mundo que segue invisível
E não é isso que queremos, as pessoas conseguem se olhar mas não suportam se assistir.
Mas o Silencio prossegue, nos segue
Eu quero saber! sacudir essa pessoa e dizer
Hey o que você tem aí dentro?
Ninguém sabe, poucos querem saber, ninguém liga.
e então tento aprender como ter o melhor para mim e pra você.
Mas é impossível aprender sozinho, não é um trabalho fácil
E então descobri, que eu não estou sozinho
Jovens eu digo nosso sonho coletivo pode ser real
O sonho que outra hora não era possível
Não somos mais individuais
Somos um coletivo, conseguimos notar isso
E em uma comunidade, de diferente idade encontramos a força
Nos centros urbanos somos a voz
E a rua é nosso poder
Na realidade a unico poder que realmente existe
O da rua… o do Homem, se você ouve a minha voz saiba que não está só.
Segure minha mão, vamos descobrir qual caminho seguir.
Meu nome já não existe mais
O vento já soprou e levou.
Passou e me deixou pra trás
E a vida segue assim os caes ladram
E o visitante da noite é o ladrão
Os gatos dormem durante o dia
Não sei exatamente quando me perdi
Nem ao certo se me ganhei
Mas eu sei que o tempo passou e eu nem vi
Parei na esquina e fiquei
Vendo você ser levado de mim
E foi mais ou menos assim
Que eu me perdi de mim.
Estender o braço
Pedir perdão
As vezes até isso é impossivel meu irmão
A gente tenta
Corre atrás nem é dificil
Um pé atrás do outro é assim que se faz
É assim que nos ensinam
Até que é facil de fazer
Mas quem nos amordaça
Quem nos prende? trava
Esquecemos como se mecher, como sair, como fugir
As vezes as algemas nos prendem
Queremos a qualquer custo sair, fugir correr
Mas não é possivel.
E Agora pensando nisso consigo entender
COmo é se afogar no próprio choro
Ele entra em nós e escorre por dentro da pele
nos sufoca e a gente nao consegue jogar ele fora…
como as cordas
estamos presos
estou preso…
cade vocês lágrimas?
me libertem….
por
favor
As vezes lembro que quando queria ficar sozinho eu sentava na varanda de casa e ficava olhando para o céu, curtindo minha depressão, minha tristeza, então de trás vinha ele, e subia nas minhas costas, encostava o fucinho gelado em mim, e eu logo perdia a vontade de ficar sozinho…
cachorros entendem muito bem as pessoas…
ou pelo menos me entendem bem…
Obrigado Max.
Queria Morrer por ser mais facil do que viver.
(mas ae como sempre assisto um filme ao acaso que diz que isso não vale a pena o da vez é sobre as luzes da cidade Charlie Chaplin [A Larissa Dias que indico].)
Quem a gente ama joga com a gente.
Quem nos ama vira personagem manipulavel.
Tratamos como objetos aqueles que podem nos fazer ficar melhor.
Coração fica triste com tanta impureza
Cérebro acredita que ta achando um meio de sobreviver.
Estomago quer se envenenar de doce, pra cobrir o amargo da vida.
Drogas se tornam uma saida resoavel.
Todo líquido do nosso corpo (por ser uma substancia pura) quer fugir dele, encontra os olhos, e desse vazado.
Coração dói….
Acordei assustado, como sempre acontece a essa hora da madrugada, todas as noites refletem ao mesmo pesadelo, vivo assim a um tempo tão grande que já perdi a conta, abraço ao meu urso e começo a sessão incansável de oração, não tem ninguém pra ver, nem ouvir, somente eu, e talvez a arvore que bate no vidro, me pergunto, novamente, do por que não fechar a cortina, mas aparentemente a imagem da silhueta da arvore alem de me dar um calafrio na espinha faz eu me lembrar da minha fragilidade, e isso é bom, mas não repetidas vezes em uma semana, ou mês, ano… mantenho a cortina aberta só pra ter companhia de outro ser vivo, mesmo que esse me assuste, na realidade tanto faz, já me acostumei com essa arvore, sei que ela não é um monstro querendo me pegar, Meu guarda roupa começa a rangir, acho que estava em sua vez de me assustar, o pequeno Mel, meu urso amarelo, não reage, a nenhum dos barulhos, ele nunca reage, mas sei que ele se assusta tanto quanto eu, ele tenta não demonstrar pra eu não me assustar mais, é um bom amigo, abre mão de tremer para me dar uma falsa sensação de segurança, não ligo de ser falsa, me faz bem, faz algum tempo que descobri como ele realmente se sente, mas só de saber que ele se importa tanto comigo a ponto de engolir um demônio tão grade quanto o medo, me sinto encorajado o suficiente pra não acender a luz.
Fico deitado no escuro, quase sozinho esperando o tempo passar, a solução chegar, e ela vem, não demora tanto, toda noite ela vem após um ou dois gritos de pássaros perdidos no vasto céu noturno, ou o uivo solitário do cachorro do vizinho e uma derrapada de um carro a alta velocidade, após esses sons, esqueço o ruido do corredor e do ronco quase mudo de alguém no meu quarto, que não sou eu nem o Mel, esqueço o barulho no telhado, esqueço meus monstros, e esses, voltam para seu lugar, saem do corredor, da rua, do telhado, do guarda roupa e da janela, saem e voltam a se esconder, dentro de mim….

minha crença :3
acordei tarde,tomei banho, não como e sai, só por que na noite anterior meditei uns 40 talvez 50 minutos no escuro pensando que não deveria perder o dia, que por mais triste que eu estivesse, deveria fazer o que tinha que fazer…
fui pra porta da escola pra ver se encontrava alguém, pessoas veem e vao rapido, ganho uma barra de chocolate, Meu café da manhã ta servido, esqueci de agradecer, mas isso me manteve em pé boa parte do dia, beleza, vamos embora, pega o metro, sentei do lado de um velho de jaqueta, que na realidade nem reparei em primeira instancia por que eu tava no celular, mando mensagem pra meio mundo, preciso que alguém demonstre que eu tenho qualquer importancia, preciso disso a qualquer custo hoje, não obtive resultado valido, chego na estação, desce faz baldiação, poe nariz de palhaço que aperta e fica olhando os trilhos, pensando, na realidade em nada de mais, só pensando mesmo, tira o nariz sem ninguém ver e sai, segue pra rua, encontra uma pessoa que ta indo pro mesmo lugar, que por sinal não vai faz tempo, reconhece nela os anseios e desavenças da noite passada, aconselha ela a rezar, já que a palavra meditação é estranha e dificil de mais pra expressar, uma conversa curta mas bem legal até, chega no local.
chega lá, separa material para gravação, okay tudo certo, bate fome, espera tudo ficar okay começa a gravar, tudo ocorre bem, da relativamente pouco tempo de gravação, termina a gravação vai falar com o diretor do G.A, tudo certo até aqui, comenta sobre as proximas responsabilidades, quem sabe o que aguarda? pensamentos na cabeça, cabeça cheia de problemas, não tem tempo pra mais nada, precisa achar um jeito de seguir de consciliar seus tempos, mas sabe que já não tem mais tempo, dias corridos de mais, sai pra comer algo, salgados, melhor coisa rapida pra se comer ! senta com outros adolescentes e começa a jogar papo fora, pega um guia brasileiro de cultura, foram distribuidos vários, uma garota perguntou se eu faço circo, respondo que não, que sou só um bobo com nariz de palhaço mesmo, assunto acaba por aqui, prossegue, diretor do G.A vem fazer graça, comentei com ele que precisava de um novo nariz e não sabia aonde arrumar, a garota diz que sabe e indica, beleza, sai do local e segue até aonde vende os narizes de palhaço, foi muito dificil de achar procurei pra caramba, desisti, voltando pra casa manda mensagem pro amigo procurar na internet, loja aparece como por mágica na minha frente, vou ver, bem preço é um pouco a mais do que eu esperava, tenho dinheiro EXATOS para 3, lembra que dois amigos pediram um, bem vamos escolher, se ajoelha em frente a eles e pensa durante um longo tempo, até que os três surgem, volta pra casa, lê um tanto do livro no metro, senta do lado de uma mãe com uma criança, dei um tsuru para a criancinha (ainda de berço) que sorri, volto a ler meu livro (que ganhei) chega no metro desce e vai subindo rapido para a escola aonde esteve de manhã, lá chega pra aula de canto, ouve umas musicas e canta música em espanhol, que acha muito bizarro de começo mas depois acha engraçado e com uma boa sonoridade, acaba, houve um pouco sobre projeto e proposta para domingo, temos sorte, vamos seguir, sai da escola os três com nariz e os outros sem, engraçado que só os três cantaram e brincaram, talvez os outros ficaram com medo, não sei, leva cada um até o lugar aonde fica, voltei com um amigo pensando na vida e falando de cada nariz desses, planeja o começo do dia 30, se dispede, voltando pra casa pensando que tudo isso foi muita coisa e muito acaso, tanta semelhança em um dia, lembra da mensagem que mandou pra uma amiga que dizia:
“Booom dia princesa hj o dia esta bonito ! e como ainda ta cedo você deve ter acabado de sair da escola à tempo para aproveitar, comer batata frita, tomar milk shake e brincar de bexigua de água, quem sabe? boa sorte na escolha e escolha com sabedoria”
e esse foi o dia que escolhi….
vlw aos integrantes obrigado !